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História da Banda Adão Negro

Postado por matheus f bastos domingo, 9 de maio de 2010


Adão Negro


1996 - Já se passou algum tempo desde que um grupo de amigos, em um final de tarde de março de 1996, chegou à conclusão de que iria fazer um novo trabalho musical. “Vamos tocar reggae”. Pronto. Estava dado o primeiro passo para a formação da banda Adão Negro. Entre este primeiro momento e a formação final dos integrantes do grupo foi um salto rápido, por um saldo deixado pelas carreiras individuais nas noites de Salvador e nas bandas baile da vida. Em junho do mesmo ano, a banda já preparava uma primeira gravação, que contava com a música Adão Negro. 
 
1997 - O ano de 1997 foi um ano de “batalha”, em que a banda começa suas apresentações sob o lema: Chamou? Vamos lá. Foi o início da fase do bar Novo Tempo no Pelourinho em Salvador. Nesse ano sai do grupo o baixista Sandro Star. Muitos músicos passam pela banda até que Evangivaldo dá o ar da graça. 
 
1998 – No ano de 1998 acontece a gravação do primeiro CD em estúdio. O CD de mesmo nome da banda esperaria dois longos anos para chegar ao público, e mesmo assim com uma tiragem limitada de quatro mil cópias. Neste álbum estão músicas praticamente desconhecidas do grande público, como “Ascensão” e “Reggae Baseado na Lei do Senhor”. Nesse mesmo ano a pirataria começa a “correr na frente”, e registra um dos shows mais importantes dessa fase, que reuniu 25 mil pessoas no Costa Verde, clube localizado na orla de Salvador, para assistir ao show da Adão e Gregory Isaacs, resultando no disco pirata da banda mais divulgado no país, chamado Adão Negro no Costa Verde. 
 
1999 – Esse é o ano em que a Adão Negro começa a sair do estado da Bahia e perceber como seu trabalho já alcançava lugares mais distantes. Aparece também a primeira versão do disco “Só Diretoria”, saída encontrada para a demora do primeiro disco em estúdio, servindo, ao mesmo tempo, para combater as versões não autorizadas, que normalmente carecem de uma maior qualidade. Por isso esse disco ficou conhecido pelos próprios integrantes da banda como o auto-pirata. Músicas como “Canção de Ninar” e “Feed Back” já apareciam nessa edição. 
 
2000 – No ano de 2000 a banda continuou sua trajetória dividindo o palco com Planet Hemp, Cássia Eller, Natiruts e com bandas internacionais como Israel Vibration. Com a saída de Fernando Barbapapa, entra na banda o mais novo integrante, Fabrício Pitombo (Pompi). 
 
2001 – O ano de 2001 coincide com a reedição do Só Diretoria, o que permite que o disco chegue à marca de 20.000 cópias vendidas. Nesse ano a banda começa a chegar com mais consistência às capitais brasileiras, o que permite estruturar as primeiras turnês pelo sul do país. Cidades como Vitória, Porto Alegre, Curitiba e São Paulo começam a fazer parte do roteiro da banda.
2002 – No ano de 2002, a Adão Negro começa a gravar o novo disco, com 12 músicas inéditas e continua viajando por todo o país, chegando a outras cidades, incluindo algumas capitais do nordeste do Brasil. A força da pirataria, mais uma vez, leva a Adão Negro para além das nossas fronteiras, com noticias de chegada na Itália, Estados Unidos e Japão. O final do ano foi marcado pela saída de Artur Cardoso.
2003 – A banda lança o segundo disco em estúdio. Intitulado “Vence Tudo” e tem 10.000 cópias vendidas antes mesmo de chegar às lojas. A trajetória da banda se firma cada vez mais fora da Bahia. É tempo de ficar até 3 meses viajando, morando em hotéis e sem ver a cidade de Salvador. No mês de novembro a banda participa do primeiro “República do Reggae”, festival que acontece em Salvador. 
 
2004 – No ano de 2004 a banda decide se mudar definitivamente para Sampa, onde já existia uma demanda de shows. Com isso “o Adão” continua a tocar nos grandes centros, mas teve também a possibilidade de chegar ao interior dos estados. Poços de Caldas-MG e Criciúma-SC são exemplos desse momento. Com a “mudança” pra Sampa, muda também a formação da banda. Valter (Cabeça) assume o contrabaixo e Marcelo (Nem) assume os teclados. Também nesse ano começam os primeiros contatos com a gravadora para o lançamento de um disco ao vivo.
 
2005 – O ano começa com uma turnê pelo Nordeste abrindo shows de Edson Gomes. Os contatos com Edson abriram espaço para a sua participação no disco Vence Tudo ao Vivo, primeiro disco lançado por uma gravadora. A Atração Fonográfica.
 
2006 – Ano que marca os 10 anos de carreira do Adão Negro; ano de colher, também, os frutos do CD Vence Tudo Ao Vivo e do DVD gravado no Festival República do Reggae (Salvador), ambos lançados em 2005, e que levaram o Adão a cidades onde nunca havia estado antes, tanto no interior da Bahia, como em outros estados, não deixando de passar pelas grandes capitais desde Fortaleza a Porto Alegre. O tecladista Marcelo “Nem” deixa a banda, dando lugar a Pablito e um novo componente se junta ao grupo, o guitarrista Duda Spínola. Mais uma vez o Adão marcou presença com um show antológico no Festival República do Reggae IV, sendo a única banda a participar de todas as edições do festival. Ainda no final de 2006 iniciam-se as gravações do quinto cd de carreira da banda, terceiro de estúdio, co-produzido pelo jamaicano Clive Hunt, que já trabalhou com artistas como Bob Marley, Alpha Blondy, Jimmy Cliff e Steel Pulse; e pelo cantor e compositor Márcio Mello. O disco será lançado em meados de 2007. 
  


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